sábado, 21 de março de 2015

U_LAB 15/1: Resenha - Processo de AMPLIAÇÃO

No livro A Cópia, Ansel Adams também fala sobre o processo de ampliação. O autor ensina os procedimentos necessários como preparo de equipamento, químicos, entre outros processos.
Antes de tudo, é preciso que o laboratório esteja preparado para isso, com equipamentos limpos e em ordem, além de reunir o necessário para preparar as soluções da revelação. É importante verificar se os filtros das luzes de segurança são adequados ao tipo de papel fotográfico a ser revelado (nesse caso, filtros vermelhos podem ser utilizados) e se o timer e outros materiais estejam prontos, além das bandejas com os químicos já preparados na proporção e temperatura corretas. O ampliador deve estar alinhado e limpo e todos os pontos de luz devem estar fechados.
Colocamos uma folha de papel no marginador para fazer o foco, com as luzes de segurança acesas, acendemos a luz do ampliador para ajeitar o papel antes de utilizar o papel fotográfico. Em seguida, para fazer o teste de queima do papel, podemos usar objetos opacos, translúcidos ou natureza morta e criar a composição em cima do papel. Assim que forem dispostos, regula-se o foco na abertura máxima, liga-se o timer e dispara-se o flash, queimando o papel apenas nas partes em que os objetos não o tapam. Para testes básicos, utiliza-se o tempo de 5 ou 10 segundos. Após o disparo, são retirados os objetos de cima do papel e o encaminha para o processo de revelação.
O processo de revelação precisa de 3 químicos dispostos cada um em uma bandeja. Na primeira bandeja, a do revelador, usamos uma solução de Dektol –um revelador à base de metol e hidroquinona – na proporção 1:2 ou 1:3, o suficiente para cobrir o papel completamente. Preparada a bandeja, o papel é submerso de preferência com o lado da emulsão sempre virado para baixo e a bandeja sacudida ininterruptamente por um minuto e meio. Quando utilizados mais de um papel na dentro das bandejas de químicos, é preferível que se coloque o próximo sempre abaixo dos outros, para não haver problemas quanto o tempo.
Feito o processo do revelador, é importante que em seguida se coloque o papel na bandeja do interruptor, que é preparado com ácido acético a 28% (a solução estoque) misturado na proporção de 48cm³ de solução estoque por litro de água. O banho interruptor deve estar perfeitamente equilibrado. Uma solução muito forte causa bolhas de emulsão. Não é aconselhável deixar o papel submerso no interruptor por mais do que 30 segundos, pois uma mancha colorida do verso pode aparecer. É importante lembrar de continuar agitando sem parar durante todo o tempo.
Na troca de uma bandeja para outra, é necessário sempre ter o cuidado com o manuseio das pinças que vão pegar o papel para que não sejam trocadas (uma pinça deve ser atribuída para cada bandeja e as mesmas devem permanecer ao lado destas) e para que não acabem sendo mergulhadas por descuido em outra bandeja na hora de largar o papel.
O último processo químico de revelação é o fixador, que tem como função eliminar os haletos de prata da emulsão e fixar a imagem. Se o fixador for novo, o processo deve durar 5 minutos, se não, é feito em 10 minutos, com agitação constante. Ao fim de cada processo, é importante que se deixe escorrer pelo menos um pouco do químico antes de passar para a próxima bandeja.

Por fim, a imersão em água corrente filtrada em um tanque apropriado para a lavagem dos químicos, onde o papel fica submerso por aproximadamente 10 minutos. A secagem do papel pode ser feita naturalmente, deixando as folhas dispostas em pé em uma bandeja ou superfície limpa e seca, pode ser utilizada uma toalha e fazer a secagem manualmente, com delicadeza para não ferir o lado da emulsão ou, também, optar por uso de secadores.

Fonte: A Cópia, de Ansel Adams

Exemplo de ampliação feita em aula:

Natureza morta
Abertura: 8
Tempo: 5s


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

PUBLICITÁRIA_VÍDEO PORTFÓLIO


PORTFÓLIO G2 - EDITORIAL


Briefing BRINCADEIRA DE CRIANÇA
Modelos: Ana Paula e Giovana
Iluminação: fresnel
Produção em grupo: Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing LOW KEY
Modelo: Ruth Ane
Iluminação: fresnel, contraluz com rebatedores
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing HIGH KEY
Modelo: Camila Tondo
Iluminação: flashes
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing CAFÉ DA MANHÃ
Produção individual
Luz de janela

Briefing HISTÓRIA DA MODA - SUTIÃ
Do francês soutien (sustentáculo, apoio), cuja raiz é o verbo soutenir (sustentar, segurar), o que deu origem ao nome sutiã. Evoluindo desde a Grécia antiga, onde as mulheres usavam panos e tiras para sustentar os seios para que não balançassem, passou pelas romanas e, no início do século XX, a cintura estrangula (que avantajava os seios) e o espartilho foram cortados, permanecendo apenas sua parte superior, ou seja, o sutiã. O primeiro sutiã foi criado em 1912, porém era desconfortável e apertava os seios.
Em New York, Mary Jacobs inovou dispensando o espartilho e criando um sutiã leve e simples sem alças, utilizando lenços, uma faixa e um cordão. A peça fez sucesso entre suas amigas e Mary passou a confeccionar sutiãs manualmente, porém o negócio ia mal e, casualmente, foi apresentada à desenhista de uma marca de corsets que comprou os direitos e lançou inovações próprias.
Na década de 1920, uma imigrante judia russa, Ida Rosenthal fundou com seu marido uma marca própria. Na época, a moda ditava peito achatado, mas ida mudou o conceito de belo com sutiãs que realçavam bustos de tamanhos diversos, para todas as idades e tamanhos. Com o passar dos anos, o sutiã foi evoluindo, surgiu o modelo moda-saco, passou pelo balconnet ou "varanda". Em 1960 e 1970 foi abolido e voltou em 1980 o modelo balconnet com força total.

Briefing HISTÓRIA DA MODA - BABY DOLL
Tornou-se popular após a exibição do filme Baby doll em 1956. Uma camisola bem curta, acompanhada de calcinha, até hoje aparece em coleções de lingerie, confeccionada em diversos tecidos, principalmente cambraia e algodão. O modelo básico é amplo, sem mangas, com decote redondo, enfeitado com babadinhos, rendas e laços.


Briefing ENTRE-LIVROS



Comportamentos/olhares na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre


Briefing: ensaio fotográfico baseado no filme BLOW UP - DEPOIS DAQUELE BEIJO e revista VIP
Modelo: Caroline Eifert

Maquiadora: Eliete Dias
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefings produzidos com base no texto de Guida Grin Debert

Briefing 1
SÍNDROME DE KIDULTS ou PETERPANDEMÔNIO
Modelos: Mauricio Ramos e Professora Lauraci Dondé
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória TerresClick: Victória Terres

Briefing 2
ENVELHECIMENTO PRECOCE
Modelo: Iasmin Esteves
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres


Produção com CST Moda

Produção em conjunto com CST Moda
Modelos: Ariele Araújo, Elis Paim e Luana Kanitz
Moda: Luiza Souza
Fotografia: Victória Terres




Ensaio inspirado na fotógrafa Ellen von Unwerth





Modelo: Fernanda Machado
Figurino: Fernanda Machado e Victória Terres
Fotografia: Victória Terres

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

PORTFÓLIO G2 - PUBLICITÁRIA

LAYOUT RÓTULO
Luz de flash
Produção em grupo: 
Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Victória Terres

LAYOUT FALSO SPLASH: aquário + flashes lateral e de fundo
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Eduarda Wolff Bonetto




Capacetes personalizados 



Capacete personalizados por Alex Sidemberg Saint' Pierre
Luz de flash
Produção e click em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres


LAYOUT MOCKUP




LAYOUT PIZZA - modelo para tele-entrega
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Ana Paula Sessim e Eduarda Wolff Bonetto
Luz de fresnel/contraluz
Agradecimento a Mano's Pizza



Produção com CST Moda





Produção em conjunto com o curso de Design de Moda
Modelos: Ariele Araújo, Elis Paim e Luana Kanitz
Produção de moda: Luiza Souza
Maquiagem e cabelo: Professora Jéssica Gabriele e Elis Paim
Fotografia: Victória Terres



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DIREITO AUTORAL


Lei 9.610/98. Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.

 Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
 Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:                                                                      
XXVIII - são assegurados, nos termos da lei:                            
b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

EDITORIAL - Portfólio G1


BRIEFING Polaroid / Dia do fotógrafo
Contraluz utilizando fresnel

Produção em grupo: Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres





BRIEFING Slow Food
Contraluz utilizando fresnel + rebatedores

Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres





BRIEFING Giuseppe Arcimboldo

Contraluz utilizando fresnel + rebatedor

Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres


Quem foi Giuseppe Arcimboldo

Giuseppe Arcimboldo
 (Milão, 1527  1599) foi um pintor italiano. Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.Serviu na corte de Fernando I e de seus sucessores, Maximiliano II e seu filho Rodolfo II, grandes mecenas. Arcimboldo foi admirado como artista pelos três monarcas, tornou-se pintor da corte e chegou a ser nomeado Conde Palatino.Assim como foi com a maioria dos artistas maneiristas da época, após a morte de Arcimboldo o interesse por sua obra diminuiu, chegando quase ao esquecimento, talvez pela estranheza que podem causar suas imagens. Foi apenas no século XX que este e outros maneiristas foram resgatados, recebendo a atenção e o valor que merecem.





BRIEFING Minha bolsa, minha vida

Contraluz utilizando fresnel

Produção individual

terça-feira, 16 de setembro de 2014

PUBLICITÁRIA: Portfólio G1


PRODUÇÃO: Mockup LAYOUT / CAMPANHA FEIRA
Luz contínua / contraluz utilizando fresnel + painéis rebatedores e difusor 

Produção individual







PRODUÇÃO semipresencial: LAYOUT / CAMPANHA Suco natural
Luz natural / produção individual


Modelo "mão": Thomas Lima


"A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite é chumbo!"






PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Tributo a Hercules Florence
Luz contínua / contraluz utilizando fresnel simulando luz de janela
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff, Jennifer Ávila e Victória Terres


Click: Eduarda Wolff 
Edição: Victória Terres

Hercules Florence foi um francês desenhista, inventor, polígrafo e precursor da fotografia no Brasil. Veio para o Brasil na juventude e viveu o resto de sua vida aqui, fazendo pesquisas e registros de nossos recursos naturais. Recentemente, foi comprovado como o pioneiro da fotografia, antes mesmo de Niépce e Daguerre, em uma tese defendida por Bóris Kossoy.




PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Splash!
Luz contínua utilizando 2 fresnel laterais  

Produção individual








PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Tributo a Oliviero Toscani / Benetton
Iluminação: flash frontal 45º + par de flashes luz de fundo

Modelo: Matheus Brentano e Thomas Lima

Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff, Jennifer Ávila e Victória Terres


Click: Eduarda Wolff
Edição: Eduarda Wolff e Victória Terres

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

PUBLICITÁRIA: Pesquisa biográfica - Ella Dürst


Breve pesquisa biográfica sobre a fotógrafa brasileira Ella Dürst e seus trabalhos.

PUBLICITÁRIA: Conceitos


Características da fotografia publicitária

A foto publicitária tem o objetivo e a função de vender um produto ou propagar uma ideia. O foco, luz, ângulo, composição, plano de fundo e representação de movimento são elementos da fotografia que podem destacar o produto. Outro fator decisivo é o público-alvo da mensagem.

A fotografia publicitária exige planejamento antecipado como locação de cenário, produto adequado, enquadramento e escolha da luz, além da postura e ângulos do modelo ou produto. Essas fotografias são produzidas para a difusão comercial, ou seja, sua finalidade é para a divulgação e obtenção de lucro com a comercialização dos produtos fotografados.



http://www.publistorm.com/fotografia-publicitaria




O que é layout

Em publicidade e propaganda, o layout é um esboço, uma ideia estruturada da peça, uma montagem visualmente organizada da peça de comunicação, um desenho, um arranjo do proposto, sem estar necessariamente finalizada. Esse esboço passa por um processo de avaliação para ser aprovado para, daí, após aprovado ser finalizado, comprando as fotos, ilustração, inserção do texto correto etc.


 http://pt.wikipedia.org/wiki/Layout_gr%C3%A1fico




O que é mockup na publicidade

Mockup é uma maquete, uma peça em tamanho real ou exagerado de origem do produto a ser vendido (fotografado). É utilizado em produções publicitárias e em design.

A intenção é mostrar para o cliente a peça concreta do seu produto, pode, inclusive, ser produzida tanto em tamanho exagerado, quanto menor do que realmente é.