terça-feira, 21 de abril de 2015

U_LAB PORTFÓLIO G1

Fotograma 1: Objetos translúcidos e opacos
Utilização de ampliador
Tempo de exposição: 5s
Abertura: 8



Fotograma 2: Objetos orgânicos
Utilização de ampliador
Tempo de exposição: 5s
Abertura: 8



Pinhole 1 - negativa
Modelos manequins
Utilização de lata pinhole
Tempo de exposição: 30min



Pinhole 1 - positiva



Negativos P&B
Still Life - objetos de importância: livros, câmera, colar...
ISO 800
Velocidade: 1/125 a 1/160 (variadas)
Abertura: 5.6 a 8 (variadas)

sábado, 21 de março de 2015

U_LAB 15/1: Resenha - Processo de AMPLIAÇÃO

No livro A Cópia, Ansel Adams também fala sobre o processo de ampliação. O autor ensina os procedimentos necessários como preparo de equipamento, químicos, entre outros processos.
Antes de tudo, é preciso que o laboratório esteja preparado para isso, com equipamentos limpos e em ordem, além de reunir o necessário para preparar as soluções da revelação. É importante verificar se os filtros das luzes de segurança são adequados ao tipo de papel fotográfico a ser revelado (nesse caso, filtros vermelhos podem ser utilizados) e se o timer e outros materiais estejam prontos, além das bandejas com os químicos já preparados na proporção e temperatura corretas. O ampliador deve estar alinhado e limpo e todos os pontos de luz devem estar fechados.
Colocamos uma folha de papel no marginador para fazer o foco, com as luzes de segurança acesas, acendemos a luz do ampliador para ajeitar o papel antes de utilizar o papel fotográfico. Em seguida, para fazer o teste de queima do papel, podemos usar objetos opacos, translúcidos ou natureza morta e criar a composição em cima do papel. Assim que forem dispostos, regula-se o foco na abertura máxima, liga-se o timer e dispara-se o flash, queimando o papel apenas nas partes em que os objetos não o tapam. Para testes básicos, utiliza-se o tempo de 5 ou 10 segundos. Após o disparo, são retirados os objetos de cima do papel e o encaminha para o processo de revelação.
O processo de revelação precisa de 3 químicos dispostos cada um em uma bandeja. Na primeira bandeja, a do revelador, usamos uma solução de Dektol –um revelador à base de metol e hidroquinona – na proporção 1:2 ou 1:3, o suficiente para cobrir o papel completamente. Preparada a bandeja, o papel é submerso de preferência com o lado da emulsão sempre virado para baixo e a bandeja sacudida ininterruptamente por um minuto e meio. Quando utilizados mais de um papel na dentro das bandejas de químicos, é preferível que se coloque o próximo sempre abaixo dos outros, para não haver problemas quanto o tempo.
Feito o processo do revelador, é importante que em seguida se coloque o papel na bandeja do interruptor, que é preparado com ácido acético a 28% (a solução estoque) misturado na proporção de 48cm³ de solução estoque por litro de água. O banho interruptor deve estar perfeitamente equilibrado. Uma solução muito forte causa bolhas de emulsão. Não é aconselhável deixar o papel submerso no interruptor por mais do que 30 segundos, pois uma mancha colorida do verso pode aparecer. É importante lembrar de continuar agitando sem parar durante todo o tempo.
Na troca de uma bandeja para outra, é necessário sempre ter o cuidado com o manuseio das pinças que vão pegar o papel para que não sejam trocadas (uma pinça deve ser atribuída para cada bandeja e as mesmas devem permanecer ao lado destas) e para que não acabem sendo mergulhadas por descuido em outra bandeja na hora de largar o papel.
O último processo químico de revelação é o fixador, que tem como função eliminar os haletos de prata da emulsão e fixar a imagem. Se o fixador for novo, o processo deve durar 5 minutos, se não, é feito em 10 minutos, com agitação constante. Ao fim de cada processo, é importante que se deixe escorrer pelo menos um pouco do químico antes de passar para a próxima bandeja.

Por fim, a imersão em água corrente filtrada em um tanque apropriado para a lavagem dos químicos, onde o papel fica submerso por aproximadamente 10 minutos. A secagem do papel pode ser feita naturalmente, deixando as folhas dispostas em pé em uma bandeja ou superfície limpa e seca, pode ser utilizada uma toalha e fazer a secagem manualmente, com delicadeza para não ferir o lado da emulsão ou, também, optar por uso de secadores.

Fonte: A Cópia, de Ansel Adams

Exemplo de ampliação feita em aula:

Natureza morta
Abertura: 8
Tempo: 5s


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

PUBLICITÁRIA_VÍDEO PORTFÓLIO


PORTFÓLIO G2 - EDITORIAL


Briefing BRINCADEIRA DE CRIANÇA
Modelos: Ana Paula e Giovana
Iluminação: fresnel
Produção em grupo: Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing LOW KEY
Modelo: Ruth Ane
Iluminação: fresnel, contraluz com rebatedores
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing HIGH KEY
Modelo: Camila Tondo
Iluminação: flashes
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefing CAFÉ DA MANHÃ
Produção individual
Luz de janela

Briefing HISTÓRIA DA MODA - SUTIÃ
Do francês soutien (sustentáculo, apoio), cuja raiz é o verbo soutenir (sustentar, segurar), o que deu origem ao nome sutiã. Evoluindo desde a Grécia antiga, onde as mulheres usavam panos e tiras para sustentar os seios para que não balançassem, passou pelas romanas e, no início do século XX, a cintura estrangula (que avantajava os seios) e o espartilho foram cortados, permanecendo apenas sua parte superior, ou seja, o sutiã. O primeiro sutiã foi criado em 1912, porém era desconfortável e apertava os seios.
Em New York, Mary Jacobs inovou dispensando o espartilho e criando um sutiã leve e simples sem alças, utilizando lenços, uma faixa e um cordão. A peça fez sucesso entre suas amigas e Mary passou a confeccionar sutiãs manualmente, porém o negócio ia mal e, casualmente, foi apresentada à desenhista de uma marca de corsets que comprou os direitos e lançou inovações próprias.
Na década de 1920, uma imigrante judia russa, Ida Rosenthal fundou com seu marido uma marca própria. Na época, a moda ditava peito achatado, mas ida mudou o conceito de belo com sutiãs que realçavam bustos de tamanhos diversos, para todas as idades e tamanhos. Com o passar dos anos, o sutiã foi evoluindo, surgiu o modelo moda-saco, passou pelo balconnet ou "varanda". Em 1960 e 1970 foi abolido e voltou em 1980 o modelo balconnet com força total.

Briefing HISTÓRIA DA MODA - BABY DOLL
Tornou-se popular após a exibição do filme Baby doll em 1956. Uma camisola bem curta, acompanhada de calcinha, até hoje aparece em coleções de lingerie, confeccionada em diversos tecidos, principalmente cambraia e algodão. O modelo básico é amplo, sem mangas, com decote redondo, enfeitado com babadinhos, rendas e laços.


Briefing ENTRE-LIVROS



Comportamentos/olhares na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre


Briefing: ensaio fotográfico baseado no filme BLOW UP - DEPOIS DAQUELE BEIJO e revista VIP
Modelo: Caroline Eifert

Maquiadora: Eliete Dias
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres

Briefings produzidos com base no texto de Guida Grin Debert

Briefing 1
SÍNDROME DE KIDULTS ou PETERPANDEMÔNIO
Modelos: Mauricio Ramos e Professora Lauraci Dondé
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória TerresClick: Victória Terres

Briefing 2
ENVELHECIMENTO PRECOCE
Modelo: Iasmin Esteves
Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Lais Santos, Taiene Longaray e Victória Terres
Click: Victória Terres


Produção com CST Moda

Produção em conjunto com CST Moda
Modelos: Ariele Araújo, Elis Paim e Luana Kanitz
Moda: Luiza Souza
Fotografia: Victória Terres




Ensaio inspirado na fotógrafa Ellen von Unwerth





Modelo: Fernanda Machado
Figurino: Fernanda Machado e Victória Terres
Fotografia: Victória Terres

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

PORTFÓLIO G2 - PUBLICITÁRIA

LAYOUT RÓTULO
Luz de flash
Produção em grupo: 
Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Victória Terres

LAYOUT FALSO SPLASH: aquário + flashes lateral e de fundo
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Eduarda Wolff Bonetto




Capacetes personalizados 



Capacete personalizados por Alex Sidemberg Saint' Pierre
Luz de flash
Produção e click em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres


LAYOUT MOCKUP




LAYOUT PIZZA - modelo para tele-entrega
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff Bonetto, Jennifer Ávila e Victória Terres
Click: Ana Paula Sessim e Eduarda Wolff Bonetto
Luz de fresnel/contraluz
Agradecimento a Mano's Pizza



Produção com CST Moda





Produção em conjunto com o curso de Design de Moda
Modelos: Ariele Araújo, Elis Paim e Luana Kanitz
Produção de moda: Luiza Souza
Maquiagem e cabelo: Professora Jéssica Gabriele e Elis Paim
Fotografia: Victória Terres



quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DIREITO AUTORAL


Lei 9.610/98. Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.

 Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
 Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:                                                                      
XXVIII - são assegurados, nos termos da lei:                            
b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores, aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas.


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

EDITORIAL - Portfólio G1


BRIEFING Polaroid / Dia do fotógrafo
Contraluz utilizando fresnel

Produção em grupo: Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres





BRIEFING Slow Food
Contraluz utilizando fresnel + rebatedores

Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres





BRIEFING Giuseppe Arcimboldo

Contraluz utilizando fresnel + rebatedor

Produção em grupo: 
Aline Rodrigues, Ana Paula, Caroline Alves, Jennifer Ávila, Laís Santos, Taiane Longaray e Victória Terres

Foto: Victória Terres


Quem foi Giuseppe Arcimboldo

Giuseppe Arcimboldo
 (Milão, 1527  1599) foi um pintor italiano. Suas obras principais incluem a série "As quatro estações", onde usou, pela primeira vez, imagens da natureza, tais como frutas, verduras e flores, para compor fisionomias humanas.Serviu na corte de Fernando I e de seus sucessores, Maximiliano II e seu filho Rodolfo II, grandes mecenas. Arcimboldo foi admirado como artista pelos três monarcas, tornou-se pintor da corte e chegou a ser nomeado Conde Palatino.Assim como foi com a maioria dos artistas maneiristas da época, após a morte de Arcimboldo o interesse por sua obra diminuiu, chegando quase ao esquecimento, talvez pela estranheza que podem causar suas imagens. Foi apenas no século XX que este e outros maneiristas foram resgatados, recebendo a atenção e o valor que merecem.





BRIEFING Minha bolsa, minha vida

Contraluz utilizando fresnel

Produção individual

terça-feira, 16 de setembro de 2014

PUBLICITÁRIA: Portfólio G1


PRODUÇÃO: Mockup LAYOUT / CAMPANHA FEIRA
Luz contínua / contraluz utilizando fresnel + painéis rebatedores e difusor 

Produção individual







PRODUÇÃO semipresencial: LAYOUT / CAMPANHA Suco natural
Luz natural / produção individual


Modelo "mão": Thomas Lima


"A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite é chumbo!"






PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Tributo a Hercules Florence
Luz contínua / contraluz utilizando fresnel simulando luz de janela
Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff, Jennifer Ávila e Victória Terres


Click: Eduarda Wolff 
Edição: Victória Terres

Hercules Florence foi um francês desenhista, inventor, polígrafo e precursor da fotografia no Brasil. Veio para o Brasil na juventude e viveu o resto de sua vida aqui, fazendo pesquisas e registros de nossos recursos naturais. Recentemente, foi comprovado como o pioneiro da fotografia, antes mesmo de Niépce e Daguerre, em uma tese defendida por Bóris Kossoy.




PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Splash!
Luz contínua utilizando 2 fresnel laterais  

Produção individual








PRODUÇÃO: LAYOUT / CAMPANHA Tributo a Oliviero Toscani / Benetton
Iluminação: flash frontal 45º + par de flashes luz de fundo

Modelo: Matheus Brentano e Thomas Lima

Produção em grupo: Ana Paula Sessim, Eduarda Wolff, Jennifer Ávila e Victória Terres


Click: Eduarda Wolff
Edição: Eduarda Wolff e Victória Terres

segunda-feira, 8 de setembro de 2014